terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Éverton Ribeiro do Cruzeiro é o Craque do Brasileirão



Éverton Ribeiro está bem acostumado com taças e prêmios. Ele levantará mais um troféu em breve. Motor do Cruzeiro na conquista do título do Campeonato Brasileiro deste ano, o meia levou o bi também do prêmio Craque do Brasileirão. O anúncio da premiação da CBF foi feito nesta segunda-feira, durante o “Bem, Amigos!”.  A premiação será na próxima segunda-feira, também durante o programa. O Cruzeiro, de Éverton Ribeiro, dominou a lista de premiados deste ano. Foram cinco jogadores campeões na seleção do campeonato: além do meia, Dedé, Egídio, Lucas Silva e Ricardo Goulart estão entre os melhores do Brasileirão 2014. O técnico cruzeirense Marcelo Oliveira foi eleito como o melhor treinador - é o segundo ano consecutivo que ele leva esse troféu.

O Corinthians teve dois jogadores na seleção do Brasileirão: Gil e Guerrero. Marcos Rocha e Diego Tardelli foram os representantes do Atlético-MG na lista. Completam o time do campeonato o goleiro Jefferson (Botafogo) e o volante Souza (São Paulo).


Autor de 10 gols neste Brasileirão, o atacante Erik levou o prêmio de revelação do Brasileirão 2014. Em seu segundo ano como profissional, o garoto de 20 anos mostrou o mesmo talento dos tempos de categorias de base do Goiás.

Veja a lista de premiados:
Goleiro:
Jefferson (Botafogo)

Zagueiros:
Dedé (Cruzeiro)
Gil (Corinthians)

Lateral-direito:
Marcos Rocha (Atlético Mineiro)

Lateral-esquerdo:
Egídio (Cruzeiro)

Volantes:
Lucas Silva (Cruzeiro)
Souza (São Paulo)

Meias armadores:
Éverton Ribeiro (Cruzeiro)
Ricardo Goulart (Cruzeiro)

Atacantes:
Diego Tardelli (Atlético Mineiro)
Guerrero (Corinthians)

Revelação:
Erik (Goiás)

Craque:
Éverton Ribeiro (Cruzeiro)

Técnico:
Marcelo Oliveira (Cruzeiro)

Arbitragem:
Ricardo Marques Ribeiro (Árbitro)
Emerson Augusto de Carvalho (Árbitro assistente)
Marcelo Carvalho Van Gasse (Árbitro assistente)

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

A despedida de Roberto Bolaños


Uma multidão vermelha já lotava as imediações do monumental Estádio Azteca, na Cidade do México, na manhã desde domingo (30). A despedida a Roberto Gómez Bolaños, o Chaves, morto na sexta-feira aos 85 anos, foi uma festa bem à mexicana, com coro de gritos de torcida e aplausos. Para um dos ícones máximos do país e da América Latina, o estádio do América trocou o tradicional amarelo das Águilas, símbolo do time local, pela cor de seu atrapalhado herói, Chapolim.

Se os mexicanos são conhecidos por fazer piada com a morte, o tributo a Bolaños começou alegre, com ares de prévia de clássico de futebol. "Arriba, abajo, arri-ba-ba. Bolaños, Chespirito, rá-rá-rá!" Era entoado com força dentro do estádio.

Às 13:20, a chegada de Florinda Meza, viúva do comediante, deu início a cerimônia. Fortemente aplaudida, ela chegou vestida de negro ao lado dos seis filhos. Ao centro, uma estrutura metálica foi erguida e decorada com flores e fotos grandes de um Bolaños jovem e em preto e branco. Um carro aberto vermelho levou o caixão de madeira ao estádio. Fechado, protegido por uma caixa de vidro, foi levado por todo o contorno interno do estádio, como uma volta olímpica, aos gritos de "Chavo, Chavo, rá-rá-rá" e finalmente disposto no centro.


A missa
Tapetes vermelhos atravessados pelo gramado levavam ao centro, e ali foi improvisado um púlpito com uma grande cruz e uma imagem de Nossa Senhora, de onde um padre deu início a uma missa em memória de Roberto Gómez Bolaños às 14h45, para cerca de 100 pessoas que tinham cadeiras dispostas ao lado da cúpula com o caixão. As arquibancadas do Azteca estavam bem esvaziadas para o sermão católico que falou da morte como um rito de passagem e que não deve ser temido. Quem ficou, rezou o Pai Nosso em voz alta.

Ao final da missa, às 15:35, cerca de 100 crianças vestidas de Chaves e Chapolim e com caixas brancas nas mãos se aproximaram do caixão. Ao som da mesma canção melosa que repetia frases como "Chespirito gracias por siempre", fizeram coreografias. Quando terminou a canção, soltaram pombas de dentro das caixas. Infelizmente para Televisa, que transmitiu o evento ao vivo, a maioria delas desistiu de voar e posou no gramado mesmo.

Para encerrar no melhor estilo mexicano, um grupo de mariachis entrou. "Las golondrinas", tradicional canção mexicana, foi a escolhida para acompanhar a saída do caixão. Ele seria levado, ainda, a ombro por seis homens por uma volta no campo, seguido das crianças, atropelando as pombas.


Mas o público gostou do exagero, e os aplaudiu com gritos de "Chavo" mais uma vez. No telão, o rosto em close da viúva, Florinda Meza, completou o evento com outra marca  absolutamente mexicana: o exagero melodramático. Ela tomou uma pomba nas mãos e pela primeira vez saiu da área reservada. Atravessou o gramado e a soltou no ar. Ainda deu tempo para brigar com os câmeras que a seguiam muito de perto.

Sucessos da Internet


Nesta semana, o nosso quadro “Sucessos da Internet” está homenageando o grande comediante Roberto Gómez Bolaños, que interpretava o Chaves e que faleceu neste fim de semana.

O garotinho do vídeo, Mateus, se empolgou dançando o funk “Piripaque do Chaves”. E olha que ele dança melhor do que muitos funkeiros por aí! Essa graça já teve mais de 192 mil visualizações!!


Veja o vídeo:

SBT exibirá episódios 'perdidos' de Chaves após morte de Bolaños


O SBT exibirá, a partir desta segunda-feira (1º), às 18h15, um novo pacote de episódios "perdidos" de Chaves. O anúncio foi feito pelo diretor de programação da emissora, Murilo Fraga, no Twitter, após a notícia da morte de Roberto Gómez Bolaños, criador da série mexicana, na última sexta-feira (28), aos 85 anos. Atualmente, o SBT exibe 220 episódios de Chaves, mas mantém engavetados, pelo menos, cerca de 40.

Nas redes sociais, fãs de Chaves acusaram a emissora de oportunismo. "O SBT maltrata demais os fãs de Chespirito. Esperar morrer para lançar episódios perdidos é um marketing muito sujo", reclamou Victor Senna no Twitter. "Sério que o SBT esperou o Chaves morrer para poder liberar um novo lote de episódios perdidos de Chaves?, questionou Thiago Faria.

A expressão "episódios perdidos", difundida pelos fãs, se refere a capítulos de Chaves já exibidos pelo SBT nos anos 1980, mas que foram engavetados pela emissora. Desde 2011, o SBT relançou nove episódios "perdidos" e 59 "semelhantes" (com histórias parecidas às exibidas regularmente). Todo o material foi gravado no México entre 1972 e 1979.

Em janeiro de 2014, o SBT estreou 14 histórias inéditas, também produzidas na década de 1970, com nova dublagem. O trabalho, entretanto, desagradou aos fãs, que estranharam as novas vozes. O dublador de Chaves, Marcelo Gastaldi, morreu em 1995. Carlos Seidl e Nelson Machado (Seu Madruga e Quico, respectivamente) discordaram do acordo proposto pela emissora e recusaram dublar o enlatado novamente.


Pela má repercussão dos episódios inéditos, o SBT decidiu guardar 39 episódios inéditos ainda sem dublagem. Outros sete capítulos exibidos nos anos 1980 se deterioraram com o tempo e continuam engavetados. Entretanto, o acervo do SBT pode conter mais raridades. Estima-se que foram gravadas mais de 500 histórias, entre 1971 e 1992.

Roberto Gómez Bolaños, criador do Chaves, morre aos 85 anos no México


O ator Roberto Bolaños, criador de personagens como Chaves e Chapolin, morreu aos 85 anos nesta sexta-feira (28), em sua casa em Cancún, no México, segundo informações da rede de televisão mexicana Televisa. 
Com problemas respiratórios, dificuldades para se locomover e se mexer, o ator e comediante havia se isolado com a família em Cancún segundo informações do jornal "El Universal", publicadas na segunda-feira, dia 28 de abril.

Roberto Gómez Bolaños nasceu na Cidade do México em 21 de fevereiro de 1929. Filho da secretária bilíngue Elsa Bolaños Cacho e do pintor, cartunista e ilustrador Francisco Gómez Linares, Bolaños começou a carreira como escritor criativo para rádio e televisão durante a década de 1950. Começou a representar como ator em 1960, no filme "Dois Criados Malcriados". 

Bolaños começou sua carreira como roteirista de programas de comédia e de obras do seu xará de codinome, o britânico William Shakespeare, cujo apelido no diminutivo, pronunciado à espanhola, se leria "Chespirito".

Em 1968, começaram as transmissões Independentes de Televisão no México e Chespirito foi chamado como escritor para a realização de um programa com duração de meia hora. E assim, nasceu "Los Supergenios de la Mesa Cuadrada". Ao lado de Chespirito, contracenavam Ramón Valdés, Rubén Aguirre e María Antonieta de las Nieves.

Em 1970, o programa teve sua duração aumentada. Nessa época, surge o Chapolin Colorado, um herói atrapalhado. Um ano depois, foi criado o personagem que se tornaria o maior sucesso de Bolaños, Chaves. Ambos os personagens funcionaram tão bem que as sketches se tornaram séries independentes de 30 minutos de duração em 1973, após o fim do Programa Chespirito.

Bolaños casou-se pela primeira vez com Graciela Fernández Pierre, com quem teve os filhos Paulina, Graciela, Marcela, Teresa, Cecília e Roberto. 

Depois de 27 anos convivendo com Florinda Meza, a atriz que interpretava a maioria dos personagens femininos inclusive a Dona Florinda, Bolaños finalmente se casou com ela em 2004. O casal não teve filhos.


Cristiano Ronaldo, Messi e Neuer são finalistas do prêmio Bola de Ouro


Como já era esperado, Cristiano Ronaldo encabeça a lista de finalistas para a Bola de Ouro 2014. Bicampeão, o português vai em busca do troféu de melhor jogador do mundo pela terceira vez na carreira. Lionel Messi e Manuiel Neuer tentam desbancar o astro do Real Madrid. O anúncio foi feito nesta segunda-feira em evento realizado na Suíça.

Cristiano Ronaldo é sem dúvidas o favorito para conquistar o prêmio. Autor de 51 gols em 2013/14, ele já marcou 26 vezes em 20 partidas na atual temporada. Além disso, ele foi responsável direto pelo título do Real Madrid na Liga dos Campeões da Europa. A decisão final será anunciada no dia 12 de janeiro.


Também foram divulgados os nomes dos treinadores finalistas. Joachim Löw, que comandou a Alemanha no título da Copa do Mundo, Carlo Ancelotti, campeão da Liga dos Campeões com o Real Madrid, e Diego Simeone, campeão espanhol e finalista da Liga dos Campeões com o Atlético de Madri, concorrem. 

Especial Novelas: Cheias de Charme (2012)


Três empregadas domésticas – Maria da Penha (Taís Araújo), Maria do Rosário (Leandra Leal) e Maria Aparecida (Isabelle Drummond) – são as protagonistas da trama que marcou a estreia de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira como autores titulares da TV Globo. Além da relação entre patroas e empregadas, a trama também mostrou os desafios das mulheres contemporâneas, que precisam conciliar trabalho e família, e o poder de comunicação da internet.

As três se conhecem na prisão. Penha, empregada doméstica de Chayene (Cláudia Abreu), uma famosa cantora piauiense de eletroforró, denuncia a patroa por agressão; Rosário, cozinheira do bufê do seu Malaquias (Cláudio Tovar), é detida ao invadir o camarim do cantor Fabian (Ricardo Tozzi); e Cida, empregada na casa da família Sarmento, envolve-se em uma briga após flagrar o namorado, Rodinei (Jayme Matarazzo), aos beijos com Brunessa (Chandelly Braz). As três domésticas vão para a delegacia. Por causa da demora no atendimento, elas começam a reclamar e acabam sendo presas por desacato à autoridade. Atrás das grades, elas lembram o dia ruim que tiveram e Rosário sugere que todas façam um pacto para somar forças e melhorar de vida: “Dia de empreguete, véspera de madame”, diz. Todas topam. E logo deixam a prisão.

Maria da Penha mora no Borralho, bairro fictício próximo a Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro, com seu marido Sandro (Marcos Palmeira), o filho Patrick (MC Nicollas) e os irmãos Alana (Sylvia Nazareth) e Elano (Humberto Carrão), que ela criou quando seus pais desapareceram. Sandro era pedreiro, até sofrer um acidente de trabalho – caiu de um andaime –, e isso virou desculpa para não fazer mais nada. Ele dá muita dor de cabeça para a mulher, chegando a se envolver com agiotas e a investir o pouco dinheiro da família em trambiques. Por conta disso, o casamento deles vive em crise. Penha é cozinheira de mão-cheia, honesta e caprichosa, que construiu a casa onde mora e nunca deixou faltar nada para o filho e os irmãos. Até ajudou Elano a se formar no curso de direito. No serviço, porém, ela não tem paz, afinal trabalha na casa de Chayene, uma patroa que não economiza nos insultos. A piauiense é a rainha do eletroforró. Fez fama com a canção Xote da Brabuleta e é conhecida por seu jeito extravagante de se vestir e de falar. Ela é do tipo que maltrata os que a contrariam e só se aproxima das pessoas por interesse. Autointitula-se “brabuleta-mor”; carinhosamente chama Fabian, cantor lançado por ela, de “frango”; e suas domésticas são “curicas”. Seu braço-direito é Laércio (Luiz Henrique Nogueira), seu ex-marido. Chayene se separou dele quando começou a colher os frutos da fama, que, curiosamente, ele a ajudou a construir. Louco por ela, Laércio mantém-se ao lado da cantora, zelando para que ela fique bem. Os contratos de shows são fechados por Tom Bastos (Bruno Mazzeo), a raposa do meio artístico, também empresário de Fabian.

O último ataque de Chayene – ela jogou sopa na cara de Penha – rendeu processo jurídico. A doméstica ligou para o programa de rádio Bom Dia, D. Maria e contou, ao vivo, o que sua patroa havia lhe aprontado. Foi um bafafá, que virou notícia em todos os jornais. O assunto foi parar na justiça. De um lado Chayene, protegida por Dra. Lygia (Malu Galli), advogada de um dos melhores escritórios de advocacia da cidade. De outro, Elano, advogado recém-formado e irmão de Penha. A defesa tentava um acordo, e a acusação brigava pela indenização: “Perdão da Chayene não paga as minhas contas”, dizia Penha. Estava claro que as duas não chegariam ao acordo.

Lygia fica impressionada com a sinceridade e a disposição de Penha, que trabalha para sustentar a família sozinha. Durante o julgamento, a doméstica contou todos os desaforos que escutou durante os anos que trabalhou para Chayene. Por conta de tudo isso, Lygia não acha justo brigar para que Penha não seja indenizada, e sim processada por calúnia. Depois de muitas brigas, Chayene se surpreende com a decisão da juíza: Jociléia Imbuzeiro Migon, vulgo Chayene, é condenada a pagar 20 salários mínimos a Penha pelos danos sofridos. E ainda é condenada a seis horas de prestação de serviços à comunidade do Borralho, em atividade ligada à limpeza e a saneamento.

Lygia e Penha vivem situações muito semelhantes. Na casa da doméstica, Patrick vive reclamando que a mãe não tem tempo para ele. Os filhos de Lygia têm a mesma queixa. O espanhol Alejandro (Pablo Bellini), marido da advogada, não é tão encostado quanto Sandro, mas dinheiro só sai da bolsa da esposa. A diferença é que Alejandro é um bom pai para Manuela (Beatriz Petrenchunk) e um bom padrasto para Samuel (Miguel Roncato). O mesmo não se pode dizer de Sandro, um mau exemplo para o filho. Tocada com o caso de Penha, Lygia a contrata para trabalhar em sua casa. Só que Penha não consegue ficar muito tempo lá, por se sentir incomodada com o assédio do patrão. A advogada nem desconfia da real razão da saída de Penha.

Maria do Rosário passou parte da infância num orfanato. Aos 10 anos, o garçom Sidney Monteiro (Daniel Dantas) a adotou e deu a ela todo amor, educação e apoio que só um pai poderia oferecer a uma criança. A moradora do Borralho é especialista em pratos saudáveis e sofisticados. Seu tempero faz sucesso entre artistas e pessoas da alta sociedade. Mas os sonhos de Rosário vão além das panelas e receitas. Tudo o que ela mais quer é ser cantora profissional e levar as canções que compõe ao sucesso. Para tudo ficar perfeito, ela gostaria de fazer um dueto com Fabian, seu ídolo, sucesso do ritmo sertanejo universitário. Rosário é “fabianática”, com direito a santuário de imagens do artista e uma coleção de CDs. É capaz de loucuras só para ficar frente a frente com Fabian.

Depois do escândalo no camarim do rapaz, que a levou à cadeia e a fez conhecer Penha e Cida, Rosário tem a certeza de que descobriu como se aproximar de Fabian. Chayene, a ex-patroa de Penha e madrinha musical do cantor, está sem empregada, e Rosário se candidata à vaga. No dia em que decide largar o trabalho no bufê, Rosário conhece Inácio (Ricardo Tozzi), um sósia de Fabian. Os olhos são diferentes, assim como a cor dos cabelos, o jeito de se vestir e de se comportar. Mas a fisionomia é idêntica. Na ocasião, o rapaz estava se candidatando a uma vaga para ser motorista do bufê. Um fica encantado com o outro.

Rosário é aprovada por Chayene e ganha o emprego. As primeiras impressões da cozinheira não são tão boas: acha Laércio esnobe e a nova patroa, como bem avisou Penha, um nojo. Mas qualquer sacrifício é válido para entrar no mundo das estrelas. Trabalhar na casa da rainha do eletroforró seria o primeiro passo para conhecer Fabian e mostrar a ele seu talento como cantora. Rosário começa a namorar Inácio, mas não para de pensar em Fabian. Só que, para a sua tristeza, todas as revistas destacam o romance entre a rainha do eletroforró e o príncipe das domésticas, Fabian – trata-se de um romance de fachada, pois o cantor não quer saber de Chayene. E a cantora só quer se aproveitar da popularidade dele para fazer ainda mais sucesso. Fabian aceita o falso romance para não se indispor com Chayene, que o chantageia dizendo saber de um segredo dele. Inácio morre de ciúmes do adversário. E a semelhança física faz com que Rosário fique mesmo muito confusa: ela chega a dar um beijo em Fabian, pensando ser Inácio. O casal acaba se afastando.

Maria Aparecida é a gata borralheira da história. Sua mãe, copeira na casa dos Sarmentos, morreu quando ela ainda era uma pré-adolescente. A família do patrão, Ernani Sarmento (Tato Gabus Mendes), disse que cuidaria dela, mas foi a madrinha, Dona Valda (Dhu Moraes), cozinheira da casa, quem ficou com a guarda da menina. Cida, como prefere ser chamada, cresceu junto com as filhas de Sarmento – Ariela (Simone Gutierrez), a mais velha, e Isadora (Giselle Batista) –, mas herdou a função da mãe: arrumadeira da casa, no condomínio Casagrande. Seus estudos eram pagos pela família, mas, quando completou 18 anos, teve a carteira assinada e se tornou oficialmente uma trabalhadora doméstica. Cida sonha ser jornalista e passa as noites relatando num diário seus dias, dramas e fantasias. Logo no começo da novela, a jovem sofre uma decepção amorosa ao flagrar o namorado, Rodinei, aos beijos com Brunessa. Para se vingar, ela agarra o primeiro rapaz que vê, Elano, irmão de Penha, que se apaixona instantaneamente por ela. A noite termina em confusão, e ela é levada para a delegacia.

A jovem fica ainda mais confusa quando começa a ser cortejada por Conrado (Jonatas Faro), filho do milionário Otto Werneck (Leopoldo Pacheco). O rapaz pensa que Cida faz parte da família Sarmento e tenta conquistá-la de olho na suposta fortuna dela. Mas será que o namoro sobreviveria à revelação de que Cida é empregada da casa? Por via das dúvidas, ela prefere guardar esse segredo até o último instante. Com o tempo, Cida resolve dizer que é filha de criação do Dr. Ernani Sarmento e decide apresentar o rapaz à família. Ernani só pensa em lucrar com a situação. Ele é filho de um magnata, mas os Sarmentos enfrentam uma fase financeira ruim. Sendo assim, os patrões de Cida convidam Conrado e a avó, Máslova Tilman (Aracy Balanbanian), para um jantar pomposo. E toda a família trata Cida como se ela realmente fosse filha de criação. Cida vive seu dia de madame. Só que Isadora, filha de Ernani, está de olho no rapaz e tenta, de todas as maneiras, estragar o romance da doméstica. E consegue. Ardilosa, Isadora manda para Conrado e todos os seus amigos uma mensagem com uma foto de Cida usando o uniforme de empregada. O rapaz fica indignado e não quer mais saber da jovem.

Tramas Paralelas

Penha e seus Amores:
Cansada dos trambiques armados pelo marido, Penha (Taís Araújo) decide expulsá-lo de casa. Mesmo assim, ele continua aprontando. Chega a ser preso por não pagar a pensão do filho, Patrick (MC Nicolas). Vivendo a solteirice, Penha conhece vários pretendentes. O radialista Gentil (Gustavo Gasparani), o empresário Otto (Leopoldo Pacheco) e o surfista Gilson (Marcos Pasquim) disputam o amor da Empreguete. Sandro morre de ciúmes de todos eles e, por conta disso, decide mudar de vez – além do mais, teme perder o amor do filho. Ele começa a trabalhar e se torna um homem responsável. Depois de participar do quadro Se Vira nos 30, do Domingão do Faustão, investe o dinheiro recebido na reforma da Associação de Moradores do Borralho. Apesar de muitos pretendentes, é ao lado de Sandro que Penha termina a novela.

Cida e suas confissões amorosas:
Depois da decepção amorosa com Rodinei (Jayme Matarazzo), pego aos beijos com Brunessa (Chandelly Braz), Cida (Isabelle Drummond) também sofre ao se envolver com Conrado (Jonatas Faro). Ele só quer ficar ao seu lado por achar que ela faz parte da abastada família Sarmento, sem saber que eles já não são tão ricos assim. Isadora (Giselle Batista), filha mais nova de Ernani Sarmento (Tatu Gabus Mendes), tenta roubar o namorado de Cida para ter direito à herança do rapaz e salvar sua família da pindaíba. E ela consegue atingir seu objetivo: leva Conrado a descobrir que Cida não é filha de criação dos Sarmentos, e sim empregada da família.

Cida volta para Rodinei, e Conrado pede Isadora em casamento. Brunessa não desiste de infernizar o romance de Rodinei e Cida e diz estar grávida do rapaz. No fundo, ela não sabe se o filho é dele ou de Humberto (Rodrigo Pandolfo), marido de Ariela (Simone Gutierrez). Decepcionada, Cida termina o namoro com Rodinei. O rapaz, então, conhece Liara (Tainá Müller), recém-chegada de Berlim, e os dois começam um romance. Brunessa acaba perdendo o bebê e confessa para Cida que só engravidou para fisgar Rodinei. Elano (Humberto Carrão), irmão de Penha (Taís Araújo), tenta se aproximar de Cida, mas ela não tira Conrado da cabeça. E o rapaz alimenta as esperanças dela. No dia do seu casamento com Isadora, ele dá a entender que ainda gosta da moça. Após o enlace, Conrado tenta se aproximar de Cida. Isadora percebe a mudança de comportamento do marido e fica completamente enlouquecida de ciúmes. Ele, para provar que quer mudar de vida, arruma um emprego de vendedor de sapatos italianos. Cida não consegue resistir ao ex-namorado, e Isadora flagra os dois se beijando. O casamento termina, após um escândalo da Sarmento, que, muito carente, começa a se envolver com o grafiteiro Niltinho (Sérgio Malheiros).

Apesar de não ter conseguido conquistar o coração de Cida, Elano vive um momento especial na área profissional. O projeto do novo escritório de advocacia proposto por Otto (Leopoldo Pacheco) será comandado por ele. E o rapaz não fica muito tempo sozinho, logo encontra uma namorada: Stela (Day Mesquita). Separado e pobre, Conrado acaba indo morar na pensão do Borralho. Apesar de o rapaz aparentar estar mudando de vida, Cida se nega a ficar com ele. Ela tem a certeza de que ele continua o mesmo preconceituoso de sempre. A moça, então, aproxima-se de Elano, com quem se casa no final da novela, no mesmo dia em que Rosário (Leandra Leal) e Inácio (Ricardo Tozzi). Conrado termina a trama ao lado de uma ricaça.

Rosário e suas Paqueras
Rosário (Leandra Leal) sempre foi fã do cantor Fabian (Ricardo Tozzi). Esforçou-se muito para mostrar a ele seu talento musical e, quem sabe, conquistar o seu amor. Mas foi Inácio (Ricardo Tozzi), sósia do cantor, quem demonstrou carinho sincero por ela. Só que Inácio não aguenta de ciúmes da namorada. Os dois se separam quando Inácio percebe que Rosário tem dúvidas quanto ao que sente por ele. Depois que ficou famosa, ela se tornou alvo constante dos galanteios de Fabian, e até mesmo Tom Bastos (Bruno Mazzeo) se declara para a moça. Inácio, então, aproxima-se de Dinha (Juliana Alves), que logo percebe que Inácio não é apaixonado por ela e desmancha o namoro. Depois de muitas brigas e decepções, Inácio e Rosário se casam, no mesmo dia em que Cida e Elano. Rosário logo engravida.

Família Sarmento
Dr. Ernani Sarmento (Tato Gabus Mendes) é casado com Sônia (Alexandra Richter) e pai de Ariela (Simone Gutierrez) e Isadora (Giselle Batista). Ariela vive de dietas e se casa com Humberto (Rodrigo Pandolfo), com quem tem um filho, Bubi. A caçula é elegante e bonita, mas muito invejosa. No decorrer da trama, depois de muitas armações, Sarmento vive um complicado momento profissional e financeiro. Ele tem de pagar uma fortuna ao fisco por ter sonegado impostos e ainda corre o risco de perder o título da OAB. Diante da situação, ele decide dar um ultimato à família: “Vocês vão ter que trabalhar”, o que leva todos à loucura. Sônia fica possessa quando descobre que terá de vender suas joias. Mal ela sabe que precisará se adaptar logo a essa nova vida, porque o marido perde a licença para advogar.

Ao ver seu mundo ruir, Sarmento decide revelar um segredo: é pai de Cida (Isabelle Drummond). A moça desconfia da história, afinal ele só se aproxima depois que ela se torna uma cantora famosa. Até então, Sarmento nunca a protegeu dos maus-tratos da família. Cida acredita que ele esteja de olho na fortuna que ela está acumulando com o sucesso das Empreguetes. A situação de Sarmento fica ainda mais complicada quando ele é preso pela Polícia Federal ao ser flagrado tentando aliciar uma testemunha. Já totalmente envolvida pelo amor paterno de Sarmento, Cida contrata um advogado para tirá-lo da cadeia.
Com a ajuda do advogado Elano (Humberto Carrão), a jovem descobre que Sarmento está lhe aplicando um golpe. Ele não é pai dela e, de fato, só se aproximou pelo dinheiro. O ex-advogado é preso ao tentar fugir de jatinho – por violar as condições da sua liberdade provisória e tentar deixar seu domicílio sem autorização judicial. Cida consegue provar na justiça que os Sarmentos a exploraram, e muito, enquanto trabalhou para eles como doméstica. A jovem é indenizada por danos morais e materiais. 

Além de perder todo o prestígio social, ter seus bens bloqueados, o marido preso e ser obrigada a indenizar Cida, Sônia se vê sem o apoio das filhas. Sem ninguém, só lhe resta esperar Ernani sair da prisão. Isadora se arrepende de ter tratado Cida tão mal e pede desculpas a ela. A ex-rica pede emprego na Galehip e termina a novela ao lado do grafiteiro Niltinho (Sérgio Malheiros). Ariela, depois de se tornar uma pessoa boa, decide morar longe da mãe. Muda-se com Humberto e o filho para um apartamento só deles. E termina a novela grávida.

A patroa do bem
Lygia (Malu Galli) nunca teve vida fácil. A mãe dela ficou viúva muito jovem e, como professora, teve de dar muita aula particular para sustentar a casa. O orçamento era apertado, e a única obrigação de Lygia e da irmã caçula Liara (Tainá Müller) era que fossem as melhores na escola, para não perderem a bolsa. Imagine o desapontamento da mãe quando Lygia, aos 22 anos, cursando a faculdade de direito, engravidou. O pai de seu filho, Gilson (Marcos Pasquim), era um surfista com quem ela teve um namoro rápido e já era página virada quando descobriu a gravidez. A jovem teve de terminar a faculdade amamentando Samuel (Miguel Roncato) e, entre fraldas e chupetas, ocupava-se também em dar seus primeiros passos na profissão. Em homem, Lygia nem pensava. Samuel cresceu filho de mãe solteira e ausente na maior parte do tempo.

Quando o filho estava maior, deixou-o com a irmã, que, na época, morava na França, e foi à Espanha fazer um curso de especialização. No meio do caminho conheceu Alejandro (Pablo Bellini), modelo internacional, seis anos mais jovem, e se entregou à paixão. Os dois passaram um tempo namorando à distância, mas, quando a advogada engravidou de Manuela (Beatriz Petrenchunk), ele se mudou para o Brasil. Não conseguiu se acertar profissionalmente e acabou assumindo as tarefas domésticas quando a babá da família foi para os Estados Unidos. No trabalho, a advogada tem fama de durona e competitiva, mas é justa e jamais puxou o tapete de ninguém. Odeia perder uma causa. Ela concorre na firma com o bajulador Humberto (Rodrigo Pandonfo), genro de Dr. Sarmento (Tatu Gabus Mendes), dono do escritório.
  
No decorrer da novela, Lygia revela ao filho a identidade do pai: conta que conheceu Gilson em uma viagem à Bahia, mas que os dois perderam o contato quando cada um voltou para o seu estado – ela, para o Rio; ele, para Pernambuco. Samuel dá uma de detetive na internet e descobre o paradeiro do pai. O casamento da advogada com Alejandro termina quando ela o flagra aos beijos com Brunessa (Chandelly Braz), que estava substituindo a empregada do casal. Conversando com Penha (Taís Araújo), uma de suas ex-domésticas, Lygia descobre que Alejandro também a assediava e que essa foi a razão de ela ter pedido demissão. Alejandro volta para a Espanha, e Lygia termina a novela ao lado de Gilson. O surfista chegou a se envolver com Penha, mas logo viu que não dariam certo.

Fabian e Inácio
Fabian (Ricardo Tozzi), o rei do sertanejo universitário, tem uma incrível presença de palco. Nenhuma mulher resiste aos seus encantos, principalmente as domésticas, seu maior público. Sempre ao lado do cantor está Simone (Marília Martins), sua irmã. É ela quem cuida de sua carreira, ao lado do empresário Tom Bastos (Bruno Mazzeo). O fã-clube do artista é liderado pelas “fabianáticas”, jovens capazes de qualquer coisa para se aproximar do ídolo. Todo esse sucesso Fabian deve, primeiramente, à Chayene (Cláudia Abreu), sua madrinha musical.

Apesar de fisicamente idênticos – com exceção da cor dos olhos –, Fabian e Inácio (Ricardo Tozzi) são muito diferentes, a começar pela importância que dão ao visual. Ao contrário de Fabian, extremamente vaidoso, Inácio (Ricardo Tozzi) prefere um visual mais natural. O frisson que causa no sexo feminino por se parecer com o cantor deixa Inácio bastante chateado. Além disso, ele detesta saber que Rosário (Leandra Leal), sua namorada, se deixa levar pelos galanteios de Fabian. No final da novela, Simone conta à imprensa que Inácio e Fabian não são gêmeos. Na verdade, ele é gêmeo de Simone e, portanto, tem 44 anos e não 27. Inácio aproveita para justificar a sua semelhança física com Fabian. Ele foi obrigado a fazer uma plástica após um acidente provocado por uma fã do cantor. A tal fanática entregou ao médico uma foto para que ele reproduzisse a imagem no rosto de Inácio. Inácio se casa com Rosário, e Fabian retoma seu romance midiático com Chayene (Cláudia Abreu).

Curiosidades:
Cheias de Charme foi a primeira novela de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira como autores titulares da TV Globo. A dupla se conheceu há 20 anos, mas o primeiro trabalho juntos só aconteceu em Duas Caras (2007), como colaboradores de Aguinaldo Silva.

Cheias de Charme apresentou, pela primeira vez, empregadas como protagonistas de uma novela da TV Globo.

A diretora Denise Saraceni apontou como um desafio o papel destacado da música na trama. Na novela, o show não era um cenário, e sim um personagem. As músicas ajudaram a contar a história.

O clipe das Empreguetes, vividas por Thaís Araújo, Leandra Leal e Isabelle Drummond, teve mais de 12 milhões de acessos. A cena, que mereceu todo um suspense na narrativa da trama, foi publicada na web no sábado e só foi exibida no capítulo da segunda-feira seguinte. A ideia era que quando o personagem dissesse na novela que o clipe já estava na internet, o produto realmente já estivesse disponível. Vieram as versões dos internautas, as paródias, e estava criado um diálogo inédito entre produtores e telespectadores de novela.

Constatado o efeito positivo, outras ações transmídia foram planejadas. Assim que o movimento Empreguetes para Sempre foi criado na novela, o site de fãs do trio começou a receber vídeos, mensagens e fotos de apoio para a volta do trio, tendo ultrapassado a marca de três milhões de visitas até meados de setembro de 2012. 

Criou-se também uma fan page da novela no Facebook; disponibilizou-se um programa que dava autógrafos personalizados de Chayene (Cláudia Abreu) aos seus fãs; divulgou-se a campanha Empreguetes Livres pelas redes sociais, mobilizando os internautas a ajudarem a libertar as personagens da cadeia. O Dia da Empregada Doméstica, comemorado em 27 de abril, foi celebrado na novela.

Para incentivar os internautas a homenagearem suas empregadas, foi criado o concurso cultural A Minha Estrela do Lar. O participante poderia contar uma história engraçada, revelar manias ou falar de receitas imbatíveis feitas por suas domésticas. Para completar, bastava enviar uma foto da patroa com a empregada.

As melhores homenagens foram postadas no site oficial de Cheias de Charme.

Para criar Chayene – personagem superlativa, exagerada – Cláudia Abreu usou como referência as novelas mexicanas e os filmes de Pedro Almodóvar, cineasta espanhol. A atriz retomou as aulas de canto – e descartou dublê de voz. Também fez aulas de prosódia para cantar e falar com sotaque piauiense.

Chayene tinha um jeito muito engraçado de falar. Era capaz de, facilmente, inventar palavras e infringir regras gramaticais. Chamava Fabian (Ricardo Tozzi), carinhosamente, de “franguinho”, e suas empregas eram todas “curicas”. E tinha mais: “potra” ou “ariranha”, no sentido de sirigaita e burra; “revelante”, querendo dizer “relevante”; “personal dietista” era o mesmo que personal trainer; “rejuvelhecer”, quando queria dizer rejuvenescer. Para afastar o suposto olho grande de Ivete Sangalo depois de dividirem o palco, Chayene disse: “Sai de mim, Inveja Sangalo”.

Extremamente dedicado ao personagem Rodinei, Jayme Matarazzo mergulhou no mundo do grafite para aprender o ofício. Ele contou com a consultoria de artistas do ramo, como Tomaz Viana e Ana Durães.

Leandra Leal fez aulas de canto, dança, violão e culinária para viver Rosário.
A novela contou com a participação especial dos cantores Gaby Amarantos – intérprete de Ex My Love, canção de abertura da novela –, Michel Teló; Joelma, da banda Calypso; o rapper Marcelo D2; Ivete Sangalo; Preta Gil; Zezé Di Camargo e Luciano; Alcione; Luan Santana; e Xuxa.

Os personagens também gravaram participações nos programas da emissora. Chayene e Fabian cantaram no Domingão do Faustão; Sônia (Alexandra Richter), Lygia (Mallu Gali) e Chayene foram aoMais Você comentar as ofensas que receberam através do clipe Vida de Empreguete, interpretado por Rosário (Leandra Leal), Cida (Isabelle Drummond) e Penha (Taís Araújo). 

O Esquenta!, apresentado por Regina Casé, recebeu Chayene, e Rosário e Fabian cantaram no Caldeirão do Huck. As Empreguetes participaram do Vídeo Show, ao lado de Ana Furtado, e de Encontro com Fátima Bernardes.

O Fantástico criou uma campanha – A Empregada Mais Cheia de Charme do Brasil –em que empregadas domésticas de todo o país poderiam enviar um vídeo de até um minuto mostrando as suas aptidões artísticas. A mais criativa ganhou a oportunidade de fazer uma participação na novela. A vencedora foi a baiana Marilene Machado de Jesus.

O show de Chayene e Ivete Sangalo foi gravado em uma apresentação real da cantora baiana, na cidade de Três Rios, interior do Rio de Janeiro.

Em dezembro de 2012, os autores Filipe Miguez e Izabel de Oliveira ganharam o prêmio concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte como autores-revelação.

Gustavo Mendes, o intérprete do colunista social Eloy Di Marco, também estava no ar na Rede Globo como a Dilma do humorístico Casseta & Planeta Vai Fundo.

Audiência:
Cheias de Charme conseguiu em seu primeiro capítulo, 35 pontos. Suas antecessoras, Aquele Beijo e Morde & Assopra conquistaram 35 e 32 pontos de média no respectivamente no primeiro capítulo. Em seus 34 primeiros capítulos o folhetim registrou média de 29,5 pontos, sendo a novela das 19:00 horas mais assistida em 5 anos. A trama teve média geral de 30,05 pontos e é a trama de maior audiencia da década. No último capítulo alcançou média de 33 pontos no Ibope, superior à audiência do último capítulo de sua antecessora, Aquele Beijo (30 pontos), porém inferior aos finais de novelas de outras do mesmo horário, Ti Ti Ti (37 pontos) e Morde & Assopra (36 pontos).


Elenco:
Leandra Leal – Maria do Rosário

Taís Araújo – Maria da Penha
Isabelle Drummond – Maria Aparecida
Cláudia Abreu – Chayene
Ricardo Tozzi – Inácio e Fabian
Marcos Palmeira – Sandro
Malu Galli – Lygia
Humberto Carrão – Elano
Titina Medeiros – Maria do Socorro
Tato Gabus Mendes – Ernani Sarmento
Alexandra Richter – Sônia Sarmento
Jonatas Faro – Conrado
Giselle Batista – Isadora Sarmento
Bruno Mazzeo – Antônio Bastos
Chandelly Braz – Brunessa
Jayme Matarazzo – Rodinei
Tainá Muller – Liara
Simone Gutierrez – Ariela Sarmento
Rodrigo Pandolfo – Humberto
Aracy Balabanian – Máslova
Daniel Dantas – Sidney
Luiz Henrique Nogueira – Laércio
Dhu Moraes – Valdelice
Marcos Pasquim – Gilson
Juliana Alves – Diana
Miguel Roncato – Samuel
Fábio Lago – Rivonaldo
Mônica Torres – Branca
Leopoldo Pacheco – Otto
Christiana Kalache – Ivone
Edney Giovenazzi – Seu Messias
Ilva Niño – Maria Epifânia
Sérgio Menezes – Kleiton
Aramis Trindades – Valmir
Maria Pompeu – Voleide
Sérgio Malheiros – Niltinho
Analu Prestes – Tia Romana
Lidi Lisboa – Gracinha
Millene Ramalho – Ticiane
Day Mesquita – Stela
Lady Francisco – Madame Kastrup
Maria Helena Chira - Dália

Trilha Sonora
Capa: Cláudia Abreu

Pavilhão de Espelhos - Roberta Sá

Chalalá - Léo Magalhães
Piscar o Olho – Tiê
Chora Coração – Alcione
Tudo Nosso - Samba Livre
Disritmia - Zeca Baleiro
Lê Lê Lê - João Neto & Frederico
Breve Canção de Sonho - Zélia Duncan
Se Você Me Der - Arthur Danni
Só Sei Dançar Com Você - Tulipa Ruiz
Maldito Rádio - Adriana Calcanhotto
Tango Pra Tereza - Angela Maria & Agnaldo Timóteo
Se Vira - Beth Carvalho
Canta Maria - Fernanda Takai
Ex Mai Love - Gaby Amarantos
Darte - Ivete Sangalo
Só Marcando Meu Nome - Marcelo D2 e Stephan



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