terça-feira, 11 de março de 2014

Receita: Torta de Limão


Aprenda a fazer uma Torta de limão bem diferente da que você conhece. Essa receita é muito simples e super cremosa. a combinação perfeita entre azedinho e doce. E é bem fácil! 

Ingredientes:

Base da Torta:
200 g de biscoito maisena
150 g de margarina (ou 3 colheres - sopa - cheias)

Recheio (mousse de limão):
1 lata de Leite condensado (395g)
1 caixa de creme de leite (200g)
Suco de 4 limões
Raspas de 2 limões

Cobertura:
3 ou 4 claras de ovo
3 colheres (sopa) de açúcar
Raspas de 2 limões para decorar

Modo de Preparo:

Base da torta:
Faça uma farofa com o biscoito maizena no liquidificador ou processador. Junte a margarina e bata mais um pouco. Despeje numa forma, obrigatoriamente de fundo (aro) removível (27cm diâmetro). Com as mãos (principalmente as pontas dos dedos), espalhe essa farofa no fundo e nas laterais da forma, cobrindo toda área, como um copinho (um berço) para receber o recheio e a cobertura - aperte até ficar uniforme e grudado. Leve ao forno pré-aquecido por aproximadamente 10 minutos antes de receber a mousse - fogo brando.

Recheio:
Bata todos os ingredientes no liquidificador (exceto as raspas de limão, que deverão ser misturadas à mão) até obter um creme liso e espesso (uma mousse). Coloque sobre a base de biscoito maisena, após ter passado pelo forno. Por cima da mousse, vá espremendo as claras batidas em neve - se não tiver o saquinho com o bico de confeitar, é só improvisar um saco plástico limpo com um pequeno corte na ponta.

Cobertura:
Bater as claras em neve. Acrescente o açúcar e bata mais um pouco, até obter um ponto de suspiro. Conforme já explicado no item anterior, as claras serão usadas por cima da mousse, em forma de gotas ou não, já que poderão ser espalhadas e mexidas irregularmente, dependendo da criatividade de quem elaborar. Feita a cobertura, leve ao forno novamente até dourar o suspiro. Deixe esfriar e desenforme sem cutucar, apenas elevando o fundo falso, lembrando que o fundo da forma não pode ser retirado, senão a base quebra. Antes de espremer os limões na elaboração da mousse, rale-os para obter as raspas

segunda-feira, 10 de março de 2014

Especial Novelas: Que Rei sou Eu? (1989)


Edson Celulari e Giulia Gam
Ambientada em 1786, num fictício país europeu, Que Rei Sou Eu? aludia à Revolução Francesa para fazer uma paródia do Brasil, além de refletir o momento histórico vivido pelo país, que se preparava para a primeira eleição direta para presidente da República após quase 30 anos. No imaginário reino de Avilan, o povo miserável vive às voltas com governantes corruptos, sucessivos planos econômicos, moeda desvalorizada e altos impostos. Com a morte do rei Petrus II (Gianfrancesco Guarnieri) – cujo único herdeiro é o filho bastardo Jean Pierre (Edson Celulari) –, os conselheiros reais, que exercem forte influência nas decisões da rainha Valentine (Tereza Rachel), resolvem entregar a coroa ao mendigo Pichot (Tato Gabus Mendes). A armação é obra de Ravengar (Antônio Abujamra), o bruxo do condado. Revoltado, Jean Pierre lidera um grupo de revolucionários para derrubar os vilões. Em meio aos conflitos, a princesa Juliette (Cláudia Abreu) se apaixona por Pichot.

Tereza Rachel e Dercy Gonçalves
O herói Jean Pierre é um jovem corajoso e íntegro, que se divide entre o amor da revolucionária Aline (Giulia Gam), que trabalha no palácio, e o da nobre Suzanne (Natália do Vale), mulher do conselheiro Vanoli (Jorge Dória). Humor e originalidade marcaram a novela, que tinha como um dos núcleos cômicos os conselheiros do reino – uma crítica bem-humorada ao Congresso Nacional. Eram eles: Gaston Marny (Oswaldo Loureiro), o conselheiro das Armas; Bidet Lambert (John Herbert), conselheiro dos Mares num país que não fazia fronteira com mar algum; Bergeron Bouchet (Daniel Filho), conselheiro da Moeda; Vanoli Berval, conselheiro do Rei; Crespy Aubriet (Carlos Augusto Strazzer), conselheiro do Trabalho; Gerard Laugier (Laerte Morrone), conselheiro da Alimentação. Nada funcionava direito em Avilan, nem mesmo a guilhotina, importada da Alemanha a peso de ouro, e que só não falhara nos testes.

Cláudia Abreu e Tato Gabus Mendes
Apesar de ambientada no século XVIII, a novela fazia referências à contemporaneidade, e explorou temas da realidade brasileira à época de sua exibição. Em alusão ao Plano Cruzado, pacote econômico lançado pelo governo em 1986 e que envolveu congelamento de preços e mudança da moeda nacional, o autor incluiu na trama uma reforma monetária, trocando o nome da moeda de Avilan de caduco para duca, e tirando três zeros do seu valor. Além disso, os nobres do palácio podiam ser vistos dançando samba, enquanto Juliette surpreendia a corte vestindo minissaia. Em determinado momento da trama, o conselheiro Crespy sugere que se acabe com os postos de pedágio nas estradas de Avilan, substituindo-os por selos que seriam comprados mensalmente e colocados na testa dos cavalos, numa alusão aos selos-pedágios que existiram no Brasil naquela época. Segundo o diretor Jorge Fernando, foi a partir dessa cena exibida pela novela que as pessoas começaram a perceber a relação direta que existia entre a fictícia Avilan e o Brasil.

No final da história, o povo consegue invadir o palácio, eliminar os opressores, confiscar os baús da nobreza e tomar o poder. Numa das últimas cenas da novela, o líder dos rebeldes, Jean Pierre, exclama diante do povo de Avilan: “Ninguém vai mais explorar o trabalho do pobre. Agora quero que gritem comigo: viva o Brasil!” Foi a primeira vez que o nome do reino fictício foi substituído pelo do Brasil.

Tramas Paralelas:

A Corte de Avilan:
Contando com um elenco de primeira, Que Rei Sou Eu? teve grandes interpretações, como a de Marieta Severo, no papel da feminista Madeleine Bouchet; Stênio Garcia, que se destacou como Corcoran, o bobo da corte que fazia jogo duplo, atuando a favor dos revolucionários; Tereza Rachel, com a inesquecível caracterização da Rainha Valentine, que divertia a todos com suas gargalhadas agudas; e Antônio Abujamra como Ravengar, uma mistura de bruxo, médico, astrólogo e hipnotizador, com influência sem limites na corte. No final da história, depois do levante popular, Ravengar volta com o nome Richelieu Rasputin Golbery e oferece seus préstimos ao novo governo. Disfarçado de rebelde, ele coloca sua sabedoria à disposição do rei.

Curiosidades:
Natália do Valle
Segundo o diretor Daniel Filho, o autor Cassiano Gabus Mendes havia apresentado a ideia de Que Rei Sou Eu? em 1977, mas a direção da emissora avaliou que a trama não era adequada para a conjuntura política da época. A novela foi produzida dez anos depois, e fez enorme sucesso. 

Em determinado momento de Que Rei Sou Eu?, o personagem de Edson Celulari é obrigado a usar uma máscara de ferro, como a usada pelo rei da França em O Homem da Máscara de Ferro, livro de Alexandre Dumas.

Dercy Gonçalves fez uma participação especial em seis capítulos da novela, no papel da baronesa Eknésia, mãe da rainha Valentine (Tereza Raquel). Sua atuação mereceu destaque como um dos pontos altos da trama.

Marieta Severo
Que Rei Sou Eu? foi a primeira novela em que Giulia Gam trabalhou do início ao fim da trama. Antes ela tinha feito uma participação na novela Mandala (1987), de Dias Gomes, no papel de Jocasta jovem; e atuou na minissérie O Primo Basílio (1988), de Gilberto Braga e Leonor Bassères, como intérprete de Luísa. Comprometida com o teatro, onde há havia trabalhado com diretores como Antunes Filho, a atriz contou que entrou em crise ao ser convidada para atuar na novela, gênero considerado muito comercial para os padrões das companhias de teatro. Quase não aceitou o papel.

Chico Anysio chegou a gravar uma participação especial em Que Rei Sou Eu? como o especulador estrangeiro Taj Nahal, que aplicaria um golpe na bolsa e no mercado de Val Estrite, do Reino de Avilan. A situação foi inspirada no caso Naji Nahas, o investidor paulista que, na época, protagonizava um escândalo financeiro no país e respondia a um inquérito por estelionato e formação artificial de preços na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. Ao saber da criação de Taj Nahal, o advogado de Naji Nahas entrou com um protesto judicial contra a TV Globo, afirmando que o personagem fazia um pré-julgamento de um cidadão que ainda não havia sido sentenciado pela Justiça, e que seu cliente exigiria direito de resposta no mesmo programa, caso a novela fizesse alguma referência satírica aos últimos acontecimentos. Diante disso, a emissora decidiu não exibir a cena.

Stênio Garcia
Jorge Dória improvisou um caco em uma das cenas de seu personagem, o conselheiro Vanoli, que deixou o autor Cassiano Gabus Mendes maravilhado: fazia uma correlação entre o arrulhar dos pombos e a palavra “corrupto”.

No papel do bobo da corte Corcoran, o ator Stênio Garcia, então aos 57 anos, deu o seu primeiro salto mortal. Resultado de um trabalho corporal de acrobacia de solo que passou a fazer na Escola Nacional de Circo.

A novela foi reapresentada em versão compacta de 70 capítulos entre outubro e dezembro de 1989, na faixa de programação Sessão Aventura, às 17h, um mês após a exibição do último capítulo.

Antôbio Abujamra
Em fevereiro de 1986, três anos antes de a novela ir ao ar, o governo de José Sarney anunciou o Plano Cruzado, que trazia uma nova moeda, o Cruzado, em substituição ao Cruzeiro, e congelava os salários e os preços de produtos e serviços. Em janeiro de 1989, um mês antes da estreia de Que Rei Sou Eu?, uma Medida Provisória mudou novamente a moeda brasileira: o Cruzado converteu-se em Cruzado Novo.

Elenco:
Edson Celulari – Jean Piérre

Giulia Gam – Aline
Tereza Rachel – Rainha Valentine
Tato Gabus Mendes – Pichot / Rei Petrus III
Cláudia Abreu – Princesa Juliette
Antônio Abujamra – Mestre Ravengar
Daniel Filho – Bergeron Bouchet / André Barral
Marieta Severo – Madeleine Bouchet
Jorge Dória – Vanolli Berval
Natália do Valle – Suzanne Webert
Vera Holtz – Fanny
Stênio Garcia – Corcoran
Ítala Nandi – Loulou Lion
Carlos Augusto Strazzer – Crespy Aubriet
Oswaldo Loureiro – Gaston Marny
John Herbert – Bidet Lambert
Lerte Morrone – Gérard Laugier
Aracy Balabanian – Maria Fromet
Guilherme Leme – Roland Barral
Edney Giovenazzi – François Gaillard
Zilka Salaberry – Gaby
Ísis de Oliveira – Lucy Laugier
Paulo César Grande – Bertrand
Mila Moreira – Zmirá
Fábio Sabag – Roger Vebert
Cristina Prochaska – Charlotte
Marcelo Picchi – Michel
Cinira Camargo – Lily
Carla Daniel – Cozette
Marcos Breda – Pimpim
José Carlos Sanches – Balesteros
Totia Meirelles – Monah
Soraya Ravenlle - Anete
Hilda Rebello - Alana


Participações Especiais:
Dercy Gonçalves – Baronesa Lenilda Eknésia

Gianfrancesco Guarnieri – Rei Petrus II
Carlos Kroeber – Dom Curro de la Grana
Betty Gofman – Princesa Ingrid
Eva Wilma – Marquesa D’Anjou
Luis Gustavo – Charles Miller
Ilka Soares – Marquesa de Loredan
Jorge Fernando – soldado
Chico Anysio – Taji Namas
Yolanda Cardoso – Miruska
Ítalo Rossi – Marques de Castilha
Francisco Dantas – Barão de la Rochelle
Milton Gonçalves – Barão Herr Whisky
Monique Lafond – Marquesa
Tonico Pereira – soldado
Emiliano Queiroz – La Roche
Older Cazarré - Marquês


Trilha Sonora:

NacionalCapa: Paulo César Grande

Nossa luz – Fagner
Chama - Roupa Nova
Medieval 2 - Léo Jaime
Renascer - Zizi Possi
Espanhola - Kleiton e Kledir
Nunca é tarde pra sonhar - Eddy Benedict
Cigana - Carla Daniel
Rap do rei – Luni
Bye bye tristeza - Sandra de Sá
As muralhas do teu quarto são bem altas, mas eu posso te alcançar – Wando
Finge que não falou - Nico Rezende
A dama e o vagabundo - Zé Lourenço
Raça de heróis - Guilherme Arantes
Flecha - Sagrado Coração da Terra
Que rei sou eu?" - Eduardo Dusek & Luni

Internacional
Capa: Giulia Gam

Eternal flame – Bangles
How can I go on? - Freddie Mercury & Montserrat Caballé
Someday we'll be together (el camiño) - Santa Fé
Bamboleo - Gipsy Kings
I'll always love you - Taylor Dayne
Les chemins d'amour – Matisse
Orinoco flow – Enya
Especially for You - Kylie Minogue & Jason Donovan
Like a child – Noel
Let the river run - Carly Simon
Turn turn turn - Herrey's
When I fall in love - Lil Consant
American bars - Leo Robinson
Patience - Guns N'Roses

Abertura

Capítulo 1


sexta-feira, 7 de março de 2014

Estreias do Cinema

300 – A Ascensão do Império:
Após a morte do pai, Xerxes (Rodrigo Santoro) dá início a uma jornada de vingança e ruma em direção à Grécia, com seu exército sendo liderado por Artemisia (Eva Green). Enquanto os 300 espartanos liderados por Leonidas tantam combater o Deus-Rei, os exércitos do resto da Grécia se unem para uma batalha com as tropas de Artemisia no mar. Themistocles (Sullivan Stapleton) é o responsável por liderar os gregos.

Walt nos Bastidores de Mary Poppins:
Durante 20 anos, Walt Disney (Tom Hanks) tentou adquirir os direitos de Mary Poppins da escritora australiana P.L. Travers (Emma Thompson), que sempre se recusou a vendê-los para que Disney fizesse "um de seus desenhos bobos". Entretanto, a crise financeira faz com que ela tenha que negociar. Desta forma, Travers viaja até os Estados Unidos e passa a trabalhar juntamente com a equipe escolhida por Walt Disney para que Mary Poppins possa chegar às telas. Minuciosa e com muita má vontade, ela começa a encontrar problemas de todo o tipo. Como o contrato lhe dá o direito de cancelar a cessão dos direitos caso não concorde com a adaptação, Disney e sua equipe precisam aceitar seus caprichos para que o filme, enfim, saia do papel.


Até o Fim:
Um navegador experiente (Robert Redford) está viajando pelo Oceano Pacífico, quando uma colisão com um contâiner leva à destruição parcial do veleiro. Ele consegue remendar o casco, mas terá a difícil tarefa de resistir às tormentas e aos tubarões para sobreviver, além de contar apenas com mapas e com as correntes marítimas para chegar ao seu destino.

Trailer da Semana:
300 - A Ascensão do Império

quinta-feira, 6 de março de 2014

Parlamento da Crimeia aprova união com Rússia e convoca referendo


O Parlamento da Crimeia aprovou nesta quinta-feira a incorporação desta região autônoma à Rússia e convocou um referendo sobre o assunto para 16 de março. Segundo informaram fontes do Governo pró-Rússia da Crimeia, a pergunta que será feito na consulta será: 'Você é a favor da reunificação da Crimeia com a Rússia como parte da Federação Russa?'. A consulta terá uma segunda questão: 'Você é a favor que volte a vigorar a Constituição da Crimeia de 1992 e o status da Crimeia como parte da Ucrânia?'.


Os deputados do Parlamento da Crimeia adotaram 'por unanimidade' uma resolução que estabelece que a autonomia 'se incorpore à Federação Russa'. O presidente russo, Vladimir Putin, já foi informado do desejo da Crimeia de fazer parte da Federação Russa, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, citado pela televisão estatal local. A Crimeia tem dois milhões de habitantes, das quais 60% são russos, 26% ucranianos e 12% tártaros, que são favoráveis a manter a região na Ucrânia. As novas autoridades de Kiev não reconhecem o governo da Crimeia, que por sua vez considera ilegítimo o executivo central e seguem considerando como presidente da Ucrânia o deposto Viktor Yanukovich, refugiado na Rússia.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Unidos da Tijuca é campeã do Carnaval 2014 do Rio de Janeiro


A Unidos da Tijuca é novamente a campeã do Grupo Especial das escolas de samba do Rio de Janeiro. A vitória veio com a apuração das notas na tarde desta quarta (5), na Praça da Apoteose, e foi uma disputa décimo a décimo. A Unidos da Tijuca terminou com 299,4 pontos, apenas 0,1 a mais que o vice-campeão Salgueiro. O terceiro título em cinco anos – os outros haviam sido em 2010 e 2012 – consolida a escola do carnavalesco Paulo Barros entre as grandes do carnaval carioca. Ao todo, é a quarta conquista na história, já que a escola venceu também em 1936. Ultrapassar todas as concorrentes tem tudo a ver com o tema do desfile deste ano. Com o enredo "Acelera, Tijuca!", a Unidos da Tijuca lembrou os 20 anos da morte de Ayrton Senna e lançou um desafio: quem seria capaz de vencer o tricampeão da Fórmula 1?

A Mocidade Alegre é tricampeã do Carnaval de São Paulo


A Mocidade Alegre é tricampeã do Carnaval de São Paulo. O terceiro título seguido da escola veio com o samba enredo: “Andar com fé eu vou... Que a fé não costuma falhar!”. A escola da zona norte paulista teve 239,7, três décimos a mais que a Rosas de Ouro, que ficou com o vice-campeonato. A apuração da campeã do carnaval paulistano aconteceu nesta terça-feira (4), no Sambódrono do Anhembi, com acesso limitado. Somente a imprensa, os presidentes das agremiações e mais nove convidados indicados pelos presidentes poderam acompanhar votos no local. Leandro de Itaquera e Pérola Negra foram rebaixadas e próximo ano desfilam no grupo de acesso.

        

Os melhores e piores Looks do Oscar

Todo ano os vestidos do Oscar sempre encantam no tapete vermelho. Já algumas atrizes acabam derrapando no caminho com um look que não favorece. A blogueira de moda Stéphanie Segal escolheu o nosso Top 5 dos melhores e piores Looks deste ano!!

Os 5 Melhores:
Angelina Jolie

Lupita Nyong'o


Naomi Watts

Rachel Smith

Julia Roberts

Os Piores Looks:

Alfre Woodard


Anne Hathaway

Ireland Baldwin

Liza Minelli

Shaun Robinson

12 Anos de Escravidão ganha o Oscar 2014. Veja os Vencedorres


O filme “12 Anos de Escravidão”, do diretor inglês Steve McQueen, foi o  vencedor da edição do Oscar em 2014, realizada neste domingo em Los Angeles, Califórnia. Indicado em nove categorias, o longa-metragem recebeu três estatuetas da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood: além de melhor filme, levou também as de melhor roteiro adaptado, com John Ridley, e melhor atriz coadjuvante, com Lupita Nyong'o.
Ambientado nos Estados Unidos do século XIX, o drama se baseia na história real de Solomon Northup, um músico sequestrado do convívio com a mulher e os filhos em Nova York para trabalhar como escravo nas plantações do sul do país.
O filme “Gravidade”, do diretor mexicano Alfonso Cuarón, foi o que levou o maior número de prêmios. Indicado em dez categorias, o longa-metragem recebeu sete estatuetas da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood: melhor direção, trilha sonora, fotografia, montagem, efeitos visuais, mixagem de som e edição de som.
Estrelado por Sandra Bullock e George Clooney, a ficção científica retrata dois astronautas em meio a problemas do lado de fora de sua estação espacial.  Escolhido melhor diretor, Alfonso Cuarón é o primeiro latino-americano a ganhar o prêmio.
Em sua primeira indicação, Matthew McConaughey levou o prêmio de melhor ator. Vencedor do Globo de Ouro pelo mesmo papel, ele precisou perder 21 quilos para viver um eletricista vítima de Aids em “Clube de Compras Dallas”. O filme do diretor canadense Jean-Marc Vallée também rendeu Oscar a Jared Leto, como ator coadjuvante, e recebeu também o de melhor maquiagem.
Em sua quinta indicação, a australiana Cate Blanchett venceu o Oscar de melhor atriz pela atuação em “Blue Jasmine”, do diretor Woody Allen – ela já havia vencido anteriormente, como coadjuvante. De “12 Anos de Escravidão”, a estreante Lupita Nyong’o, filha de pais quenianos nascida no México, foi premiada como melhor atriz coadjuvante.
Indicado em dez categorias, “Trapaça”, do diretor David O. Russell, decepcionou – não levou nenhuma estatueta. Do elogiado elenco, concorriam Christian Bale e Amy Adams, como melhor ator e melhor atriz, e Bradley Cooper e Jennifer Lawrence, como ator e atriz coadjuvante.

Outra decepção foi “O Lobo de Wall Street”, que recebeu cinco indicações e também não levou nenhuma. O filme repete a parceria de Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio – indicados a melhor diretor e melhor ator, respectivamente – para retratar os excessos de um corretor da bolsa de Nova York que fica milionário nos anos 80.

Filme:
“12 Anos de Escravidão”, de Steve McQueen
“Trapaça”, de David O. Russell
“Gravidade”, de Alfonso Cuarón,
“O Lobo de Wall Street”, de Martin Scorsese
“Philomena”, de Stephen Frears
“Nebraska”, de Alexander Payne
“Clube de Compras Dallas”, de Jean-Marc Vallée
“Capitão Phillips”
“Ela”, de Spike Jonze
Diretor:
Alfonso Cuarón, por “Gravidade”    
Martin Scorsese, por “O Lobo de Wall Street”
Steve McQueen, por “12 anos de Escravidão”
Alexander Payne, por “Nebraska”
David O. Russell, por “Trapaça”                
Ator:
Matthew McConaughey, por “Clube de Compras Dallas”      
Christian Bale, por “Trapaça”
Bruce Dern, por “Nebraska”
Leonardo DiCaprio, por “O Lobo de Wall Street”
Chiwetel Ejiofor, por “12 anos de Escravidão”
Atriz:
Cate Blanchett, por “Blue Jasmine”        
Sandra Bullock, por “Gravidade”
Judy Dench, por “Philomena”
Amy Adams, por “Trapaça”
Meryl Streep, por “Álbum de Família”
Ator coadjuvante:
Jared Leto, por “Clube de Compras Dallas”
Barkhad Abdi, por “Capitão Phillips”
Bradley Cooper, por “Trapaça”
Michael Fassbender, por “12 anos de Escravidão”
Jonah Hill, por “O Lobo de Wall Street”
Atriz coadjuvante:
Lupita Nyong'o, por “12 anos de Escravidão”       
Jennifer Lawrence, por “Trapaça”
Sally Hawkins, por “Blue Jasmine”
Julia Roberts, por “Álbum de Família”
June Squibb, por “Nebraska”
Roteiro original:
“Ela”, de Spike Jonze
“Trapaça”, de David O. Russell e Eric Singer
“Blue Jasmine”, de Woody Allen
“Clube de Compras Dallas”, de Craig Borten e Melisa Wallack
 “Nebraska”, de Bob Nelson
Roteiro adaptado:
“12 Anos de Escravidão”, de John Ridley
“Antes da Meia-Noite”, de Richard Linklater, Julie Delpy e Ethan Hawke
“Capitão Phillips”, de Billy Ray
“O Lobo de Wall Street”, de Terence Winter
“Philomena”, de Steve Coogan e Jeff Pope
Filme em língua estrangeira:
“A Grande Beleza” (Itália)
“Alabama Monroe” (Bélgica)
“A Caça” (Dinamarca)
“A Imagem que Falta” (Camboja)
“Omar” (Palestina)
Fotografia:
“Gravidade”, de Emmanuel Lubezki
“O Grande Mestre”, de Philippe Le Sourd
“Inside Llewyn Davis: Balada de um Homem Comum”, de Bruno Delbonnel
“Nebraska”, de Phedon Papamichael
“Os Suspeitos”, de Roger A. Deakins
Montagem:
“Gravidade”, de Alfonso Cuarón e Mark Sanger
“12 Anos de Escravidão”, de Joe Walker
“Capitão Phillips”, de Christopher Rouse
“Clube de Compras Dallas”, de John Mac McMurphy e Martin Pensa
“Trapaça”, de Jay Cassidy, Crispin Struthers e Alan Baumgarten
Trilha sonora original:
Steven Price, de "Gravidade"
John Williams, de "A menina que roubava livros"
William Butler e Owen Pallett, de "Ela"
Alexandre Desplat, de "Philomena"
Thomas Newman, de "Walt nos Bastidores de Mary Poppins"
Animação:
“Frozen – Uma Aventura Congelante”
“Os Croods”
“Ernest & Celestine”
“Meu Malvado Favorito 2”
“Vidas ao Vento”
Canção original:
"Let it Go" – "Frozen: Uma aventura congelante", de Kristen Anderson
"Happy" – "Meu malvado favorito 2", de Pharrell Williams e Robert Lopez (música e letra)
"The Moon Song" – "Ela", de Karen O e Spike Jonze
"Ordinary Love" – "Mandela: Long walk to freedom" de Bono, Adam Clayton, The Edge, Larry Mullen Jr. e Brian Burton
Efeitos visuais:
"Gravidade"
"O hobbit: A desolação de Smaug"
"Homem de ferro 3"
"O cavaleiro solitário"
"Star trek: além da escuridão"
Edição de som:
"Gravidade"
"All Is Lost"
"Capitão Phillips"
"O hobbit: A desolação de Smaug"
"O grande herói"
Mixagem de som:
"Gravidade"
"Capitão Phillips"
"O hobbit: A desolação de Smaug"
"Inside Llewyn Davis: Balada de um homem comum"
"O grande herói"
Figurino:
"O grande Gatsby"
"Trapaça”
"O grande mestre"
"The Invisible Woman"
"12 anos de escravidão"
Direção de arte:
"O grande Gatsby"
"Trapaça"
"Gravidade"
"Ela"
"12 anos de escravidão"
Maquiagem e cabelo:
"Clube de compras Dallas"
"Jackass apresenta: Vovô sem vergonha"
"O cavaleiro solitário”

domingo, 2 de março de 2014

Biblioteca Virtual: Uma Curva na Estrada

Título: Uma Curva na Estrada
Título Original: A Bend in the Road
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Arqueiro
Número de Páginas: 303

A vida do subxerife Miles Ryan parecia ter chegado ao fim no dia em que sua esposa morreu. Missy tinha sido seu primeiro amor, a namorada de escola que se tornara a companheira de todos os momentos, a mulher sensual que se mostrara uma mãe carinhosa. Uma noite Missy saiu para correr e não voltou. Tinha sido atropelada numa rua perto de casa. As investigações da polícia nada revelaram nada. Para Miles, esse fato é duplamente doloroso: além de enfrentar o sofrimento de perder a esposa, ele se culpa por não ter descoberto o motorista que a atropelou e fugiu sem prestar socorro. Dois anos depois, ele ainda anseia levar o criminoso à justiça. É quando conhece Sarah Andrews.

Professora de seu filho, Jonah, ela se mudou de Baltimore para New Bern na expectativa de refazer sua vida após o divórcio. Sarah logo percebe a tristeza nos olhos do aluno e, em seguida, nos do pai dele. Sarah e Miles começam a se aproximar e, em pouco tempo, estão rindo juntos e apaixonados. Mas nenhum dos dois tem ideia de que um segredo os une e os obrigará a tomar uma decisão difícil, que pode mudar suas vidas para sempre. 

Mais uma vez o Sparks transformou o clichê em uma belíssima história de amor e perdão. Myles é o típico homem que se apaixonou no colégio por uma menina que vira uma mulher linda e adorável e então do nada a vida dos dois é perfeita e inimaginável. Após o acidente com Missy, Myles se torna um homem duro, que apesar do amor que sente por Jonah, acaba se afundando em sua própria vida. Até um sopro de renovo parece ser capaz de tira-lo. Sarah também tem um passado conturbado, e morre de medo de Myles não aprová-la. Mas no fundo acaba se envolvendo e vivendo uma história de superação.

A princípio – e isso prevalece por quase toda a história – a narrativa é feita em terceira pessoa. Mas em alguns capítulos, a narrativa muda de pessoa, passando-a para a tal pessoa misteriosa – que no caso é quem matou a Missy. Isso foi um ponto alto da história. Acho que o autor soube mesclar romance e suspense, sem tirar o foco da verdadeira história.

Sem dúvidas os capítulos narrados pelo ‘assassino’ foram os melhores, porque até então só tínhamos o lado do Miles de toda a história, ou seja, você fica com raiva junto com ele, pelo modo que a situação impõe. E é justamente quando passamos a ver o outro lado da história – o do ‘assassino’ – que ficamos divididos. Porque mesmo sabendo que talvez não tenha sido correto o que sucedeu-se após o acidente, talvez não tenha sido como o Miles ou nós, leitores, imaginávamos.

Nesta obra, Nicholas Sparks escreve com incrível intensidade sobre as difíceis reviravoltas da vida e sua incomparável doçura. Um livro sobre as imperfeições do ser humano, os erros que todos cometemos e a alegria que experimentamos quando nos permitimos amar.


Um livro super recomendado!!!

Blog do Programa Atualize

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